Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Abril 1, 2008

A “ilusão” da TV

As imagens móveis do Cinema e da TV têm como base sólida, a ilusão.

Na realidade, não existe “movimento” nenhum nas imagens animadas do Cinema ou da TV. Os primeiros experimentos com imagens móveis mostraram que, quando uma seqüência de fotos era apresentada numa velocidade igual ou acima de 16 fotos por segundo, estas se fundiam, dando a impressão de ser uma única imagem contínua e ininterrupta.

Descobriu-se também que, se as fotos individuais variassem, ligeiramente, para refletir a passagem do tempo (através das diferenças na luz do dia), a ilusão de movimento era criada, quando estas fotos eram apresentadas em uma seqüência ininterrupta.


A ilusão de movimento se deve aos efeitos combinados de duas propriedades da percepção humana - a persistência retiniana e o fenômeno Phi . Para entender como essa mágica funciona, pense numa versão mais primitiva das imagens animadas da TV e Cinema - os letreiros animados de neon ou de luzes que piscam sugerindo movimento.

Embora os primeiros filmes mudos utilizassem uma velocidade de 16 ou 18 quadros-por-segundo, com o surgimento do som esta velocidade teve de ser aumentada para 24 quadros-por-segundo, em parte para atender às necessidades de qualidade da nova banda sonora.

Ao contrário da Televisão broadcast (transmitida), cuja velocidade varia entre 25 e 30 quadros-por-segundo, dependendo do país, o Cinema adotou e mantém por décadas, o padrão mundial de 24 quadros-por-segundo.

O sistema de televisão NTSC (National Television Standards Committee) utilizado nos Estados Unidos reproduz - quadros (frames) numa velocidade de, aproximadamente, 30 quadros-por-segundo.

Certamente, isto ocasiona problemas quando queremos converter filme-para-vídeo e vice-versa, mas deixemos este assunto para mais tarde. Uma câmera de cinema grava uma seqüência de imagens completamente formadas, em cada quadro da película, da mesma maneira que uma máquina fotográfica de 35 mm grava as fotografias em um rolo de filme. A diferença é que a câmera de cinema grava imagens individuais numa velocidade de 24 quadros-por-segundo.

É bem diferente na TV. Em uma câmera de vídeo, cada quadro é composto de centenas de linhas horizontais, ao longo das quais existem milhares de pontos com informações sobre brilho e cor. Estas informações são percebidas eletrônicamente pela câmera de TV (e depois reproduzidas na tela do televisor), codificadas e ordenadas seqüencialmente da esquerda-para-a-direita e de cima-para-baixo durante o processo de varredura (scanning).

Para reduzir o tremor e as variações no brilho da imagem durante o processo de varredura (scanning), cada quadro de vídeo é dividido em dois segmentos entrelaçados (interlaced). As linhas ímpares são escaneadas primeiro, e as linhas pares, depois. Repare as linhas escaneadas nesta imagem de TV preto e branco. (Uma imagem de TV em cores é bem mais complexa, e será descrita mais tarde.)

O termo interlaced (entrelaçado) descreve o método de alternância das linhas ímpares e pares, no processo de varredura do número total de linhas de uma imagem completa. Cada um desses meios-quadros (sejam eles compostos de linhas pares ou ímpares) é chamado de campo de vídeo; a imagem completa (formada pelos dois campos de vídeo), como já vimos, é chamada de um quadro de vídeo.

Uma vez terminada a varredura de um quadro de vídeo, o processo todo se repete. As ligeiras mudanças entre as imagens dos quadros sucessivos, se fundem na nossa percepção e dão a ilusão de um movimento ininterrupto e contínuo.

Hoje, ao invés de usar o método de entrelaçamento (interlaced), alguns aparelhos de TV, câmeras de vídeo e monitores de computador utilizam um método de varredura diferente, conhecido como progressive ou non-interlaced (não-entrelaçado) onde os campos (de linhas ímpares e pares) são combinados e reproduzidos, ao mesmo tempo, na sua própria seqüência. O método de varredura progressivo tem, entre outras vantagens, a capacidade de interagir mais facilmente com os sistemas de vídeo baseados em computador.

Dispositivo de Formação da Imagem na Câmera

A lente da câmera de vídeo forma a imagem em uma superfície foto-sensível no interior da câmera chamada target, da mesma maneira que a lente da câmera de cinema forma a imagem no filme. Só que ao invés de filme, as câmeras de televisão utilizam receptores foto-sensíveis chamados CCDs (Charged–Coupled Devices) capazes de detectar diferenças na intensidade do brilho (brightness), nos diferentes pontos de uma imagem. A superfície do CCD (também chamado de chip) contém de centenas de milhares a milhões de pixels, que reagem eletricamente à quantidade de luz focalizada em sua superfície. As áreas de luz e sombra de uma imagem, detectadas nesses pontos, são transformadas em sinais elétricos - volts - de acordo com a sua intensidade. Quanto mais brilhante a luz, maior o sinal (mais voltagem) gerado. A voltagem de cada um desses pontos pode então ser “lida”, linha por linha, num circuito eletrônico. O processo é continuamente repetido criando, assim, uma seqüência de mudanças constantes de informação de campo e quadro de vídeo.
Num certo sentido, este processo todo é invertido no aparelho de TV. A voltagem de cada pixel gerado pela câmera é transformada novamente em luz - que resulta na imagem que vemos na tela de TV. Voltaremos ao assunto mais tarde.

O excelente texto acima, foi retirado do site da empresa Bureal que é especializada na locação de equipamentos para filmagem. Excelente empresa por sinal.

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Março 9, 2008

Nanotecnologia pode criar internet cem vezes mais rápida

Uma nova pesquisa feita no Canadá afirma que a nanotecnologia é a solução para construir uma internet de altíssima velocidade inteiramente baseada na luz, que pode ser até cem vezes mais rápida que a atual.

Segundo estudo publicado pela revista “Nano Letters”, os pesquisadores Ted Sargent e Qiying Chen, da Universidade de Toronto, usaram um feixe de laser para direcionar outro feixe, com um controle sem precedentes. O feito é especialmente importante para futuras redes de fibras ópticas.

Antes disso, os pesquisadores não tinham conseguido demonstrar teorias que afirmavam que a luz poderia ser usada para controlar a própria luz –o que poderia ser usado para criar redes de transmissão de dados.

“Com nosso trabalho, a capacidade de processar sinais que contenham informação por meio da luz se tornou algo prático”, disse Sargent, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e da Computação, em comunicado da universidade canadense.

O segredo das redes está em um material que combina partículas esféricas em escala nanométrica, conhecidas como “buckyballs”. Sargent e colegas estudaram as partículas ópticas do novo material híbrido e descobriram que ele era capaz de processar dados transportados em comprimentos de onda usados em telecomunicações –a faixa infravermelha empregada em cabos de fibra óptica.

De acordo com os cálculos feitos pelos cientistas canadenses, sistemas de comunicação por fibra óptica poderão carregar sinais por uma rede global com tempos de resposta na escala do picossegundo (um trilionésimo de segundo), o que resultaria em uma internet pelo menos 100 vezes mais rápida do que a atual.

Para isso, explicam, os sistemas terão que evitar conversões desnecessárias de sinais entre formas ópticas e eletrônicas.

Este texto foi publicado na Folha On line

Saiba mais sobre Nanotecnologia, acessando nosso Blog sobre o assunto.

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Março 8, 2008

Democratização com Qualidade

A Television está lançando um novo serviço para os Micro-Empresários e principalmente para os Profissionais Liberais.

Nós desenvolvemos websites com qualidade e personalizados (nada de templates iguais para todo mundo), por um preço que todos podem pagar.

Por que é que resolvemos fazer isso?

Pelo fato de estarmos “cansados” de ver profissionais liberais com ótimos serviços e com websites mal desenvolvidos e amadores. Esta é a verdade.

Nós da Television não somos contra os “Sobrinhos”, todos têm um sobrinho que “sabe” fazer um site, e acaba fazendo um site que no final das contas não ajuda a empresa e ou o profissional liberal, muito pelo contrário.

Para saber mais, acesse nosso site, clicando aqui.

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Março 6, 2008

Folders disponíveis

Já estão disponíveis para download os novos folders dos produtos e serviços da Television.

Clique aqui para acessar e baixar.

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Outubro 23, 2007

Webcast

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O processo de Webcast é a entrega de conteúdo de vídeo e ou áudio usando a tecnologia web. O som e o vídeo são capturados de forma convencional (vídeo câmeras, webcams, rádio, etc) e enviados para um servidor de streaming.

Webcast é muito simples e eficiente: com ela você pode transmitir ao vivo e em tempo real, para um grande número de pessoas situadas em um local remoto (seja em um grande auditório ou mesmo em diversos lugares diferentes), palestras, conferências, comunicados e qualquer tipo de comunicação que precise ser feita à distância, tendo a internet como veículo prático e econômico para a transmissão do conteúdo.

Acesse o Webcast da Television

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Outubro 23, 2007

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Uma forma econômica para a transmissão e veiculação de áudio e ou vídeo é através do Download Progressivo.

O download progressivo atende às necessidades de pessoas e empresas que desejam disponibilizar conteúdo pré-gravado, seja áudio ou vídeo.

A distribuição do conteúdo é controlada via XML e deforma randômica.

Clique aqui para acessar.

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Outubro 22, 2007

Rádiocast

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O processo de Rádiocast é a entrega de conteúdo de áudio usando a tecnologia web. O som é capturado de forma convencional e enviados para um servidor de streaming.

Rádiocast é muito simples e eficiente: com ela você pode transmitir ao vivo e em tempo real, para um grande número de pessoas situadas em um local remoto (seja em um grande auditório ou mesmo em diversos lugares diferentes), palestras, conferências, comunicados e qualquer tipo de comunicação que precise ser feita à distância, tendo a internet como veículo prático e econômico para a transmissão do conteúdo.

Acesse o Radiocast clicando aqui.

Posted by: Walter Rodrigues Vendas Filho | Outubro 21, 2007

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Ter uma Rádio On-Line com sistema de Download Progressivo é muito simples econômico e fácil de manter.

Ideal para quem não irá transmitir programas ao vivo.

Agora o seu site já pode distribuir áudio com o sitema de Download progressivo.

A Television, disponibiliza a interface necessária, hospeda as mídias, e prepara o layout. Você só entra com o talento e os programas gravados.

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