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SONY APRESENTA SEUS NOVOS MODELOS HDV PARA PROFISSIONAIS

SONY APRESENTA SEUS NOVOS MODELOS HDV PARA PROFISSIONAIS As novas camcorders HDV oferecem lentes intercambiáveis, gravação progressiva nativa e flexibilidade em gravação híbrida

Os novos produtos da linha HDV™ da Divisão de Broadcast, da Sony Brasil, incluem duas camcorders que incorporam sistemas de lente intercambiável, gravação progressiva nativa, maior sensibilidade para operar em condições de pouca iluminação, gravação híbrida em mídia de estado sólido, além de fita, e outras características concebidas para produtores profissionais de vídeo.

Os novos modelos são as camcorders HVR-Z7N (de mão) e HVR-S270N (de ombro). Além destas câmeras, a Sony apresenta também o player e gravador HVR-M35N. Todos com lançamento previsto para fevereiro de 2008. Estes produtos ampliam a linha de tecnologia de produção HD da Sony, que inclui a recém-lançada câmera PMW-EX1 XDCAM EX™, equipada com memória de estado sólido, e a camcorder HDV HVR-HD1000N de ombro.

“Estas novas ferramentas melhoram a versatilidade de nossa linha HDV profissional e abrem um amplo leque de possibilidades para as produções de vídeo digital HD”, afirma Luis Fabichak, gerente de Broadcast da Sony Brasil. “As novas camcorders e decks HDV são ideais para documentários, aplicações de jornalismo eletrônico, produções independentes, vídeos de música, transferências em fluxo contínuo pela Web e muito mais.”

Ambas as camcorders usam o sistema de três sensores CMOS ClearVid™ de 1/3 de polegada, aprimorado com a tecnologia Exmor™. Caracterizado por uma distribuição de pixels posicionados a 45 graus, o sistema de três sensores CMOS ClearVid™ oferece suficiente superfície de pixels e ao mesmo tempo mantém um alto nível de resolução. A tecnologia Exmor™ proporciona uma técnica de conversão analógica para digital em colunas paralelas, com duplo cancelamento de ruídos, que produz sinais digitais de alta qualidade com baixíssimo ruído, semelhantes aos da tecnologia de formação de imagens usada pela câmera PMW-EX1.

As duas novas tecnologias trabalham juntas para que as camcorders possam apresentar um desempenho significativamente melhor em ambientes com pouca iluminação, com sensibilidade de 1,5 lux. Esta tecnologia de formação de imagens é complementada pelo sistema Enhanced Imaging Processor™ (EIP), que oferece alta resolução, alta sensibilidade, ampla faixa dinâmica e excelente reprodução cromática.

Para uma maior flexibilidade, os usuários podem acoplar lentes diferentes, com a vantagem de que ambos os modelos possuem um mecanismo universal padrão de montagem em baioneta de 1/3 de polegada (0,85 cm) para trocar as lentes com mais facilidade.

Cada camcorder traz lente Carl Zeiss 12x, multi-uso, de alta qualidade para vídeo HD, com revestimento Vario-Sonnar™ T, a fim de reduzir as reflexões. Uma lente grande-angular 8x com design especial também é oferecida como opcional.

Com estas lentes, as novas camcorders oferecem a mesma funcionalidade das populares camcorders Sony de lente fixa, tais como os modelos HVR-Z1N e HVR-V1N, graças a características incorporadas, como o foco automático, estabilizador óptico e ajuste automático do foco posterior. Aproveitando um adaptador especial, os usuários também podem conectar uma série de lentes projetadas para câmeras fotográficas digitais SLR da Sony.

As camcorders possuem também capacidade de gravação progressiva nativa 1080, 24p e 30p. O sistema de três sensores CMOS ClearVid e a tecnologia EIP criam verdadeiras imagens 1080p, que as camcorders HVR-Z7N e HVR-S270N podem gravar como sinais progressivos em formato HDV.

Ambas podem ainda alternar entre gravação 1080p, 1080i em formato HDV, DVCAM™ e DV. Além de converter material HD em SD, e produzir os sinais de vídeo tanto através de sua interface i.LINK como através de outros conectores de saída SD. O modelo HVR-Z7N tem uma saída HDMI, enquanto que o modelo HVR-S270N oferece conectividade HD-SDI ou SD-SDI, e permite time code e áudio embutido.

Os modelos HVR-Z7N e HVR-S270N usam LCD XtraFine™ e o visor eletrônico XtraFine da Sony para garantir imagens de alta resolução e alto contraste, com notável reprodução das cores. A HVR-S270N vem com uma nova configuração LCD/visor eletrônico, chamada “Dual Finder” (Visor Duplo), que permite que o LCD situado no visor eletrônico ofereça vários estilos de operação.

As novas camcorders oferecem a opção de gravação híbrida quando usam a unidade fornecida de gravação em memória, que pode ser conectada diretamente à parte posterior da HVR-Z7N ou à lateral da HVR-S270N sem o uso de cabos. A unidade se sincroniza automaticamente com a ação de gravação da camcorder através de um conector especial transferindo material HDV/DV, como também fornecendo energia para a unidade.

Esta unidade capta o formato HDV1080i, DVCAM ou DV produzido pela camcorder e pode gravar arquivos HDV/DVCAM/DV em um cartão de memória padrão de estado sólido CompactFlash®, enquanto os usuários gravam simultaneamente em fita.

Será compatível com o cartão Sony Professional 306x CompactFlash, assim como com cartões CompactFlash padrão (2 GB de capacidade mínima, 133x de velocidade mínima). Os tempos de gravação em um cartão CompactFlash de 8 e 16 GB em formato HDV, DVCAM e DV são de aproximadamente 36 e 72 minutos, respectivamente.

A HVR-Z7N pode oferecer ainda mais de 60 minutos de tempo de gravação em fitas miniDV, e tempos de gravação aproximados de 63 minutos em fitas Sony DigitalMaster™ (PHDVM-63DM). A HVR-S270N também aceita fitas de tamanho padrão para fornecer mais de 4,5 horas de gravação contínua com tempos de gravação aproximados de 4 horas, 36 minutos em fitas Sony, PHDV-276DM

Já o gravador e player HVR-M35N é compatível com modos de gravação progressiva HDV nativa e admite saídas HD/SD-SDI com dados de time code e áudio embutido. Ele possui uma função 60i/50i comutável e admite HDV1080i (60i/50i/24p/30p/25p) e DVCAM/DV (60i/50i).

O VTR aceita fitas de tamanho padrão e mini, assim como fitas padrão utilizadas na captação com HVR-S270N e demais camcorders DVCAM de ombro. Ele pode reproduzir dados de áudio em quatro canais no formato HDV1080i gravados pela HVR-S270N, assim como dados de áudio de quatro canais em formato DVCAM. Também inclui uma tela panorâmica Clear Photo LCD plus™ de 2,7 polegadas (6,86 cm), alto-falante mono, ajuste de recorte de bordas e uma função Duplicate Plus para copiar áudio e vídeo de outro gravador de vídeo.

Para as novas camcorders, a Sony oferece uma gama de acessórios, entre eles um suporte de camcorder, um carregador/adaptador AC com slot para quatro baterias e um protetor para tela de LCD.

Para saber mais, acesse o site da Sony clicando aqui.

Greem Screen

Tutorial passo-a-passo para usar o Green Screen nos softwares Premiere pro e Final Cut Pro.

Chroma key

Este vídeo mostra detalhes sobre Chroma Key (tela verde). O conteúdo é inglês.

Download Progressivo

Ouça o Podcast que explica como funciona a tecnologia de Download Progressivo.

Construindo sua marca na Internet

Ouça o Podcast “Minuto Television” com o programa que explica as técnicas de como colocar a sua marca definitivamente na Internet.



A Técnica da Iluminação dos Três Pontos.

Equipamentos para um pequeno Estúdio de Gravação.

Muitos tem me perguntado, através de e-mail que são enviados para a Television, sobre uma lista de equipamentos mínimos para se montar um estúdio.
Olhe, exite um post já publicado aqui neste Blog que trata do assunto, porém vou republicar a lista “bem básica” de equipamentos que são considerados fundamentais.

Ai vai:

* 02 Câmeras da marca Sony DSR PD 170
* 02 Monitors DSR Sony
* 01 Unidade Magic Toaster Flex Dual Core
* 02 MICROFONE SONY DE MÃO S/ FIO UWPC2
* 02 MICROFONE SONY DE LAPELA S/ FIO UWPC1
* 01 TELEPROMPTER LITECASTER LCD
* 01 TRIPE DMS VIDEO 80 III ( P/ TP)
* 02 CANOPLA P/ MICROFONE
* 01 MICROFONE YOGA EM9600 TIPO BOOM
* 01 VARA DE BOOM MATTEDI 3 MT
* 01 STEADY CAM PRO 5
* 02 KIT ILUMINAÇÃO (2 TRIPE + 2 REF + 2 DIFUS. + 02 LAP)
* 01 MINI FUNDO MOVEL
* 01 PANO CHROMA KEY 2,50 X 5,00

O valor total dos equipamentos acima, podem variar bastante, mas reserve um mínimo de R$ 90.000,00 (Noventa Mil Reais) para o seu projeto.

A “ilusão” da TV

As imagens móveis do Cinema e da TV têm como base sólida, a ilusão.

Na realidade, não existe “movimento” nenhum nas imagens animadas do Cinema ou da TV. Os primeiros experimentos com imagens móveis mostraram que, quando uma seqüência de fotos era apresentada numa velocidade igual ou acima de 16 fotos por segundo, estas se fundiam, dando a impressão de ser uma única imagem contínua e ininterrupta.

Descobriu-se também que, se as fotos individuais variassem, ligeiramente, para refletir a passagem do tempo (através das diferenças na luz do dia), a ilusão de movimento era criada, quando estas fotos eram apresentadas em uma seqüência ininterrupta.


A ilusão de movimento se deve aos efeitos combinados de duas propriedades da percepção humana - a persistência retiniana e o fenômeno Phi . Para entender como essa mágica funciona, pense numa versão mais primitiva das imagens animadas da TV e Cinema - os letreiros animados de neon ou de luzes que piscam sugerindo movimento.

Embora os primeiros filmes mudos utilizassem uma velocidade de 16 ou 18 quadros-por-segundo, com o surgimento do som esta velocidade teve de ser aumentada para 24 quadros-por-segundo, em parte para atender às necessidades de qualidade da nova banda sonora.

Ao contrário da Televisão broadcast (transmitida), cuja velocidade varia entre 25 e 30 quadros-por-segundo, dependendo do país, o Cinema adotou e mantém por décadas, o padrão mundial de 24 quadros-por-segundo.

O sistema de televisão NTSC (National Television Standards Committee) utilizado nos Estados Unidos reproduz - quadros (frames) numa velocidade de, aproximadamente, 30 quadros-por-segundo.

Certamente, isto ocasiona problemas quando queremos converter filme-para-vídeo e vice-versa, mas deixemos este assunto para mais tarde. Uma câmera de cinema grava uma seqüência de imagens completamente formadas, em cada quadro da película, da mesma maneira que uma máquina fotográfica de 35 mm grava as fotografias em um rolo de filme. A diferença é que a câmera de cinema grava imagens individuais numa velocidade de 24 quadros-por-segundo.

É bem diferente na TV. Em uma câmera de vídeo, cada quadro é composto de centenas de linhas horizontais, ao longo das quais existem milhares de pontos com informações sobre brilho e cor. Estas informações são percebidas eletrônicamente pela câmera de TV (e depois reproduzidas na tela do televisor), codificadas e ordenadas seqüencialmente da esquerda-para-a-direita e de cima-para-baixo durante o processo de varredura (scanning).

Para reduzir o tremor e as variações no brilho da imagem durante o processo de varredura (scanning), cada quadro de vídeo é dividido em dois segmentos entrelaçados (interlaced). As linhas ímpares são escaneadas primeiro, e as linhas pares, depois. Repare as linhas escaneadas nesta imagem de TV preto e branco. (Uma imagem de TV em cores é bem mais complexa, e será descrita mais tarde.)

O termo interlaced (entrelaçado) descreve o método de alternância das linhas ímpares e pares, no processo de varredura do número total de linhas de uma imagem completa. Cada um desses meios-quadros (sejam eles compostos de linhas pares ou ímpares) é chamado de campo de vídeo; a imagem completa (formada pelos dois campos de vídeo), como já vimos, é chamada de um quadro de vídeo.

Uma vez terminada a varredura de um quadro de vídeo, o processo todo se repete. As ligeiras mudanças entre as imagens dos quadros sucessivos, se fundem na nossa percepção e dão a ilusão de um movimento ininterrupto e contínuo.

Hoje, ao invés de usar o método de entrelaçamento (interlaced), alguns aparelhos de TV, câmeras de vídeo e monitores de computador utilizam um método de varredura diferente, conhecido como progressive ou non-interlaced (não-entrelaçado) onde os campos (de linhas ímpares e pares) são combinados e reproduzidos, ao mesmo tempo, na sua própria seqüência. O método de varredura progressivo tem, entre outras vantagens, a capacidade de interagir mais facilmente com os sistemas de vídeo baseados em computador.

Dispositivo de Formação da Imagem na Câmera

A lente da câmera de vídeo forma a imagem em uma superfície foto-sensível no interior da câmera chamada target, da mesma maneira que a lente da câmera de cinema forma a imagem no filme. Só que ao invés de filme, as câmeras de televisão utilizam receptores foto-sensíveis chamados CCDs (Charged–Coupled Devices) capazes de detectar diferenças na intensidade do brilho (brightness), nos diferentes pontos de uma imagem. A superfície do CCD (também chamado de chip) contém de centenas de milhares a milhões de pixels, que reagem eletricamente à quantidade de luz focalizada em sua superfície. As áreas de luz e sombra de uma imagem, detectadas nesses pontos, são transformadas em sinais elétricos - volts - de acordo com a sua intensidade. Quanto mais brilhante a luz, maior o sinal (mais voltagem) gerado. A voltagem de cada um desses pontos pode então ser “lida”, linha por linha, num circuito eletrônico. O processo é continuamente repetido criando, assim, uma seqüência de mudanças constantes de informação de campo e quadro de vídeo.
Num certo sentido, este processo todo é invertido no aparelho de TV. A voltagem de cada pixel gerado pela câmera é transformada novamente em luz - que resulta na imagem que vemos na tela de TV. Voltaremos ao assunto mais tarde.

O excelente texto acima, foi retirado do site da empresa Bureal que é especializada na locação de equipamentos para filmagem. Excelente empresa por sinal.